Após uma sequência de reuniões coordenada pela comissão especial criada para buscar um entendimento para encerramento da greve, os policiais militares e o governo do estado chegaram, na noite deste domingo, a um acordo e decidiram suspender a paralisação.
No pacto, entre representantes da corporação e o Executivo Estadual, ficou acertada a condução, com isenção, da análise dos processos abertos por indisciplina.
- Os policiais terão apoio de instituições que não pertencem ao Governo do Estado, como Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Defensoria Pública e Exército;
- Os policiais terão direito a um processo legal sem perseguição, com amplo direito a defesa e contraditório, e acompanhamento das instituições mencionadas anteriormente;
- O governo do Ceará não vai realizar transferências de policiais para trabalhar no interior do estado em um prazo de 60 dias contados a partir do fim do motim;
- Revisão de todos os processos adotados contra policiais militares durante a paralisação;
A principal reivindicação dos policiais para encerrar o motim, a anistia aos militares envolvidos na manifestação, não foi atendida pelo Governo do Estado.
O domingo foi marcado por mais uma etapa de negociações entre representantes dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário e dos policiais militares para o fim da greve na corporação que completou 13 dias.
Ceará Agora

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